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DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS


Feriado Americano

          IN GOD WE TRUST - Estas palavras em inglês, estão estampadas no "Dolar", moeda americana, e significam:  "Em Deus nós confiamos".  Trata-se de uma crença que ficou arraigada desde há muito tempo, na mente dos americanos  (o dólar americano foi criado em 1786). 


          Particularmente, acredito que o extraordinário progresso alcançado pelos Estados Unidos da América, desde aqueles tempos épicos, da lendária "Conquista do Oeste", foi devido a vários fatores, como por exemplo, a imigração estrangeira, mas principalmente (creio), pela religiosidade cristã, trazida por esses mesmos imigrantes, e levada a sério pelos colonizadores. 

          Existem muitas estória e histórias antigas, que datam desde os tempos de Cristóvão Colombo, em 1492 (descobrimento da América).  Porém, há uma história que data de 1621, quando foi criado o Dia de Ação de Graças, conhecido como "Thanksgiving Day" (em inglês), ou seja, um feriado tipicamente americano, desde aqueles primeiros colonizadores que davam graças pelas fartas colheitas que significavam saúde e bem estar durante o inverno vindouro. 

          E assim, desde então, sempre se separou um dia do ano para que os americanos de todos os credos pudessem agradecer a Deus às muitas bênçãos recebidas.  O Dia de Ação de Graças, é celebrado nos Estados Unidos, toda quarta quinta-feira do mês de novembro.  Trata-se de um dos feriados mais importantes dos Estados Unidos, assim como o Natal e Ano Novo. 

          No dia de Ação de Graças,  é tradição que os familiares e parentes se reúnam, e mesmo aquelas pessoas que estejam distantes, realizam longas viagens para se reunirem.  É um dia muito respeitado.  Nas reuniões familiares, esse dia é celebrado com muita fartura gastronômica, onde o principal prato é o peru, entre muitas outras coisas.

          No Brasil, não se comemora esse Dia de Ação de Graças em especial, a não ser por algumas famílias cuja origem seja norte-americana.  Entende-se que esse dia, como o próprio nome indica, é um feriado religioso americano, especialmente de agradecimento a Deus pelas graças recebidas, não só de colheitas, mas sim de todas as graças obtidas pela fé de cada um.  

Thanks Giving Day          Todavia, ninguém precisa esperar pelo Dia de Ação de Graças para agradecer a Deus;  nem americanos, nem brasileiros ou qualquer cristão que seja.  Devemos fazer isso regularmente em nossas preces, pois como Jesus falou, "as coisas que desejar, quando orar, creia que as recebe e as receberá". Com agradecimentos constantes, todos os obstáculos da nossa vida serão vencidos. 

          Mesmo assim, é louvável que os americanos (cristãos), comemorem com seriedade esse feriado religioso, responsável pela prosperidade de todo o seu País, comprovadamente reconhecido. "Oferecei a Deus o vosso agradecimento, e cumprí vossos votos com o Altíssimo" (Salmos, 50-14).



A PALAVRA OCULTA


Gratidão

          Há uma palavra simples, muito significativa que todos conhecem, mas que talvez não saibam ou não sintam a magia que emana dessa palavra.  Isto somente é possível, na sua vivência prática.  Essa palavra, se chama GRATIDÃO, e o seu significado está muito além de um simples "muito obrigado". 


          Gratidão, é um ensinamento milenar, desde Buda, Confúcio, Jesus, Albert Einstein e outros.  É também um dos segredos da prosperidade dos Estados Unidos, conhecido como o "Thanks Giving Day".  Mas, como funciona essa palavra?  O seu funcionamento, pode ser entendido no seguinte versículo bíblico: "Porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância, mas ao que não tem, até aquilo que tem ser-lhe-á tirado". (Mateus, 25-29)

          A princípio, esse versículo nos parece injusto, dando a entender, que o rico ficará cada vez mais rico, e o pobre cada vez mais pobre.  Todavia, esse versículo ou frase, é um enigma que precisa ser corretamente entendido ou decifrado.  O enigma, se refere a uma palavra oculta, que é justamente a "gratidão".  Observe como a frase ficará cristalina, acrescentando-lhe essa palavra:

          "Porque a todo o que tem gratidão, dar-se-lhe-á, e terá em abundância, mas ao que não tem gratidão, até aquilo que tem, ser-lhe-á tirado".

          É preciso compreender também, caso pesquisem na Bíblia, que Jesus disse essas palavras, mas utilizando-se de uma parábola, ou seja, uma estória ilustrativa (simples alegoria), para que seus discípulos pudessem entender melhor o sentido desse ensinamento naquela época tão antiga.

          Essa mesma frase, embora com outras palavras, também está no Alcorão, livro escrito pelo profeta Maomé:  "E quando Deus declarou:  Se você for grato, eu lhe darei mais;  mas se for ingrato, em verdade minha punição será severa".  Não importa qual seja a religião, essas palavras da Bíblia ou do Alcorão se aplicam à nossa vida.  Significam que você atrai tudo aquilo em que pensa ou sente.

A Gratidão          Existem pessoas, que vivem reclamando da vida: "não tenho felicidade";  "não tenho dinheiro";  "não tenho sorte";  "isso ou aquilo", enfim, esquecem de agradecer por aquilo que têm, pois o semelhante atrai o semelhante.  É a lei da vida. "Você colhe o que planta", como diz um ditado popular.  Por isso, é preciso agradecer sempre, como ensinaram os antigos mestres.  Buda ensinou que não há motivo para sentir algo que não seja gratidão.  O rei Davi falou sobre a necessidade de darmos graças a todo o mundo, a tudo que existe entre o céu e a terra.

          "Quando se levantar pela manhã, agradeça pela luz do sol, por sua própria vida e sua força.  Agradeça pelo seu alimento e pela alegria de viver.  Se não conseguir enxergar motivos para agradecer, o problema está dentro de você. (Tecumseh; 1768 - 1813)

OBSERVAÇÃO:  esta breve dissertação é baseada em um livro intitulado "A Magia" da autora Rhonda Byrne.  Quem tiver curiosidade ou interesse em se aprofundar neste assunto sobre "Gratidão", segundo os sábios antigos e físicos como Albert Einstein, ou Isaac Newton, poderá ler esse livro.  Eu recomendo, pois é muito interessante;  são 250 páginas de puro conhecimento e ensinamentos. 

NOSSA VIDA, NOSSA PRECE


O Universo

          Às vezes, é difícil ter tranquilidade em nosso dia a dia, pois somos bombardeador 24 horas por dia, com problemas, pensamentos, circunstâncias, etc.  Às vezes, planejamos alguma coisa, mas somos desviados para outras emergências, e perdemos o nosso ritmo, a nossa rotina anteriormente programada.  Acho que para a maioria de nós, é mais ou menos assim que acontece. 


          Vamos pedir a Deus, um pouco de paz.  Nosso corpo e nossa mente, precisam diminuir o ritmo, e buscar um pouco de isolamento em um quarto da nossa casa, para uma meditação (precisamos disso em nossa vida diária.)  É preciso organização, ou seja, organizar nossa própria vida. O Universo, é rigorosamente organizado, pois é regido por uma lei estabelecida por Deus, desde o momento da criação: "A ordem é a primeira lei celestial"  (Corintios 14:33).  Se não fosse por força dessa lei energética e magnética, o Universo seria um caos.

          Assim também deve ser a nossa vida; harmoniosamente organizada, com momentos reservados para uma prece, uma meditação, como fazem os monges budistas.  Mas, como praticar essa meditação?  Não precisa ser exatamente como fazem os monges budistas, porque eles têm sua técnica própria, com exercícios de respiração, etc. 

          Para nós, aqui do ocidente (ou de qualquer parte do mundo), é bem simples:  precisamos de um momento de isolamento e concentração.  Podemos iniciar com uma prece qualquer, do nosso conhecimento, apenas para nos acalmar, e depois, podemos fazer uma reflexão sobre um texto bíblico à nossa escolha, para enriquecer o nosso espírito, e a nossa vida prática.

          É bom ler a Bíblia, esse livro inspirado por Deus, que detém a maior sabedoria do mundo. Acontece que a Bíblia é escrita em códigos, parábolas, símbolos e enigmas que nem todos conseguem ler e interpretar o que está oculto naquelas palavras.  É preciso uma ajuda.  Para isso, existem livros auxiliares de autores idôneos (como por exemplo, Emmet Fox, um iluminado escritor), e outros religiosos que estudam com profundidade os textos bíblicos, e os interpretam em uma linguagem clara e acessível a qualquer um de nós. 

          Particularmente, gosto de ler esses livros auxiliares, e depois conferir a sua explanação diretamente na Bíblia.  Assim, vou aprendendo aos poucos e me apaixonando pelo nosso livro sagrado.  Assim deve ser a nossa meditação, aspreciando aquelas passagens ou textos bíblicos que nos agradam.  Essa prática nos causa um bem incalculável;  nos proporciona uma clareza de pensamento e segurança em nossos propósitos.  Podemos refletir sobre ensinamentos do antigo ou do novo testamento.  Quem assim o faz, adquire equilíbrio espiritual.  Mente sã, em corpo são. 
Fé Cristã

          "Memento, homo, quia pulvis est in puloverem reverteris"  (Lembra-te Homem, que és pó e em pó te converterás): palavras do Gênese, Capitulo 3, Versículo 19.  Consta que estas palavras em latim, são ditas pelo sacerdote católico ao aplicar cinza na fronte dos fiéis, na Quarta-feira Santa, após o Carnaval. Na Bíblia, consta que Deus (o Senhor) proferiu essas palavras ao Adão, quando este foi condenado e expulso do paraiso por sua desobediência, e o Senhor Deus foi mais longe ainda na sua advertência:  "A vida inteira você vai suar para dominar a terra até o dia da sua morte."

          As palavras dessa alegoria bíblica, não passam de um alerta para que nos aproximemos de Deuso quanto antes, e nor tornemos pessoas melhores através das nossas orações, ou meditação cristã. A propósito, existe um "axioma" ou saudação esotérica, cujas palavras dizem exatamente o seguinte: "Faze o que tu queres, há de ser tudo da lei.  Amor é a lei, amor sob vontade."  Essa frase, tem alguns significados que são fáceis de compreender:

1 - Faze o que tu queres:  significa que você pode fazer o que bem entender;  tanto a favor ou contra os desígnios de Deus (praticar o bem ou o mal).

2 - Há de ser tudo da lei:  existe uma lei chamada Lei da Atração, que funciona como a lei da gravidade, isto é, incondicionalmente.  Mas aqui, os semelhantes se atraem, tanto para o bem como para o mal, e essa energia que vibramos, abstrata, retorna a nós mesmos, e na mesma frequência.  Somos responsáveis pelos atos que praticamos.  Resumindo:  "você colhe aquilo que planta", como sabiamente resume um ditado popular (antigo).

3 - Amor é a lei:  essa é a lei maior: significa que tudo que é bom, é regido por essa lei, a qual devemos observar sempre.  O próprio Deus é amor; portanto, devemos praticar Deus em nossa vida (a Lei do Amor), e seremos recompensados.

4 - Amor sob vontade:  significa que o Amor deve ser praticado com sinceridade, do fundo do nosso coração, e não de forma hipócrita, falsa, sem qualquer autenticidade, pois a Deus não se engana.  Esse ensinamento está no Evangelho de S. Mateus (5, 43-48), quando Jesus pregava para uma multidão no Sermão da Montanha. 

          Como explicar Deus?  Amor, é a energia que emana de nós, quando vibramos bons sentimentos, quando praticamos o bem, quando amamos o nosso próximo; isso é praticar Deus, pois Deus é Amor. Quando estamos raivosos ou descontentes, também vibramos uma energia que emana de nós em frequência correspondente.  Essas energias maléficas (e benéficas), são captadas pelo Universo através da Lei da Atração, já mencionada.

          Deus é um mistério, que só podemos perceber quando o experimentamos.  A energia do Universo é o próprio Deus (arquiteto do universo), é imenso, é perfeito, é infinito.  Eu poderia escrever mil palavras, mil adjetivos, mas incapaz de explicar a sua natureza.  Basta-nos saber que Deus está nos céus, e nós na terra, portanto, bastam poucas palavras para falar com Deus. NOSSA VIDA, É A NOSSA PRECE.

"Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus;  porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra;  assim sejam poucas as tuas palavras"  (Eclesiastes 5:2)
Fé Cristã

O SABOR DO AMOR


Passa Quatro

          Dizem que o amor é doce.  Esta afirmação está correta.  Dizem também que a vida é amarga que nem jiló, ou seja, nem o jiló é tão amargo quanto a nossa vida.  Eu não acho que a vida seja amarga.  Pode ser para algumas pessoas, mas para mim, a vida só não é muito fácil.  Não é fácil para ninguém, de um modo geral. 


          Paradoxalmente, o amor é que direciona a nossa vida, e assim, além de ser doce, o amor tem também outros sabores:  azedo, amargo, salgado (quente, frio, gelado).  Eu já provei todos, mas cada sabor corresponde ao "modus vivendi" de cada um, ou de suas experiências amorosas. 

Neste sentido conotativo (figurado), O AMOR É:

          Doce:  quando estamos apaixonados, e sentimos a doçura dos beijos, a volúpia dos desejos contidos, o carinho dos afagos, e aquela paixão como lavas de um vulcão.  Amantes, dão-se no olhar, e não é preciso falar nada. Delícia.

          Azedo:  quando a mulher é uma chata e vive brigando com o marido.  Aquela sublimação já não existe mais.  Os beijos, não são doces como antes.   Aquela frescurinha (melação) ficou de lkado.  Mas não é de todo ruim, pois dá pra levar a vida assim mesmo.  (Mas é preciso saber:  as mulheres são loucas, e os homens são estúpidos.  E a principal razão da loucura das mulheres, é a estupidez dos homens.)

          Amargo:  é quando o casal não combina (seus signos estelares são incompatíveis); os cônjuges vivem brigando mas estão sempre juntos (às vezes).  Alguns casais, de maior poder aquisitivo, não gostam de escândalos, e se toleram um ao outro, para manter as aparências e preservar o seu patrimônio (os bens materiais).  Só Deus sabe o que há dentro dessa "Caixa de Pandora".

          Salgado:  é quando a mulher é gastadeira e só compra coisas caríssimas ou de grifes famosas (um absurdo, pura ostentação).  Sem falar naquelas operações plásticas, desnecessárias, mas que estão na moda e ela não pode ficar de fora. Não há homem que aguente por muito tempo uma mulher assim (artificial, vazia).  Na melhor das hipóteses, ele vai arranjar uma gambiarra (concubina), sem que a sua mulher saiba (mas quando ela descobre...). 

          As palavras, quente, frio ou gelado, não se trata de sabor, mas da "temperatura".  Nem é preciso comentar.  Todos sabem muito bem o que é isso. Mas o melhor de tudo não está na temperatura, e sim na "gustação":  o ideal é que o amor não seja muito doce, e nem muito azedo.  Médio.  É assim que deve ser. 

          Naturalmente que estou tratando aqui do amor regido por aquele deus grego chamado EROS, ou Cupido, simbolizando o amor romântico, amor paixão, ou até mesmo o amor platônico, isto é, à distância, que a gente não vê, não toca, não se aproxima, mas vive imaginando as boas qualidades do parceiro ou da parceira, mesmo sem a sua presença física.  (Acontece.)

          Para dizer a verdade, na minha opinião, não sei se esse amor romântico está em alta ou está em baixa, porque nesta vida moderna existe também outros tipos de amor, que podemos observar:
  • O amor ao dinheiro - pessoas que adoram um bezerro de ouro, como se dizia na antiga história bíblica: pura idolatria inescrupulosa.  Essas pessoas são capazes de tudo por dinheiro.
  • O amor à matéria - causador de muitos problemas, para aquelas pessoas materialistas.  Tem gente que tem um apego até por coisas fúteis, como panelas, televisão, etc.
  • O amor ao mundo profano - esse tipo de amor são aqueles pecados da luxúria e da inveja, previstos também na Bíblia desde a idade antiga, mas praticados até hoje. 
  • O amor próprio - é aquele amor que temos por nós mesmos.  Semelhante a um narcisismo ou pode ser entendido como "ego", de acordo com o maior ou menor grau do nosso egocentrismo.  É preciso reconhece-lo, pois esse tipo de amor (ignóbil), pode ser facilmente controlado.
  • O amor à Pátria - a meu ver, este sentimento estava em baixa nestes últimos dez anos aqui no Brasil, mas acho que vamos recuperar o patriotismo da nossa juventude.  É também um dever cívico de todos os brasileiros. (Distinto do amor romântico).
  • O amor a Deus - este sim, é o maior e mais importante de todos, é divino, e precisa também ser estimulado e praticado por todos nós; "Deus ajuda quem cedo madruga", diz um ditado caipira (é um tipo de amor que sempre será conservador.)
          Mas, voltando ao romantismo do nosso tempo, desse tempo tão mudado, eu confesso que já tive muitas aventuras amorosas e paixões desenfreadas nesta vida.  Sim, já fui um aprendiz de boêmio, desfrutando de prazeres ilusórios, e fazendo as minhas serenatas à moda antiga:

                    Levo a vida em boemia,
                    embebido em venenos fatais,
                    cantando as velhas melodias,
                    de um tempo que não volta mais.

                    Muitas mulheres me beijam, 
                    mas eu não sinto o sabor...
                    Elas dizem que me amam, 
                    amor fácil não tem valor...

          Mas eu ainda quero falar do amor!  Do amor sincero, do amor romântico, do amor fraternal. Esses amores, são aqueles em que o sentimento é forte, único e verdadeiro, e mesmo com o passar do tempo ou pela distância, jamais se apagará.  Há uma frase latina que certa vez aprendi, e jamais esqueci: "Difficele est langum Subito deponere amorem" (Difícil é esquecer um grande amor.)  Eu também já tive um grande amor no passado; paixão por uma menina linda, mas a chance de conquista-la, infelizmente eu deixei escapar, "por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa". A lembrança desse malogrado idilio me incomodou durante muito tempo, e me inspirou este monólogo:

          ... Dentro da noite, o silêncio é tão tristonho que às vezes só, eu fico a meditar... Penso em alguém, mas não quero sonhar, pois triste eu sei, será também o meu sonho.  A madrugada é um mundo de lembranças, são as algemas da minh'alma prisioneira... E como pesam, suportar a noite inteira, as cadeias que aprisionam a esperança.  Espero então, que os raios de calor de um novo dia a despertar brilhante, possam banir do meu triste semblante, a negra noite, e a falta desse amor...

          Amor... Amor... Onde estará o meu doce amor de outrora?  De qualquer forma, agora são quimeras, e vivendo ou não entre amores desvairados, penso que chegará um momento na vida, quando cada um de nós terá que encontrar consigo mesmo, ou seja, com aquela parte espiritual que ficou esquecida.  Trata-se da nossa consciência.  Quanto tempo eu fiquei sem fazer uma oração? (Não sei.)
"O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos" (Provérbios 12: 15).

          E agora, uma vez passada a minha "turbulência", eu procuro ver amão de Deus em tudo, até em meus dissabores, pois d'Ele vem o maior aprendizado para a vida (ainda que por tortuosos caminhos), razão pela qual, estou escrevendo estas palavras, conscientge dos amores humanos:  do mais egoista ao mais puro e verdadeiro.  O sentido da vida é simplesmente viver e praticar o amor...
Passa Quatro

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